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Assinado convênio para cabeamento subterrâneo em Balneário Camboriú

12/01/2012 - 09:29

O governador em exercício Eduardo Pinho Moreira, o presidente da Celesc, Antonio Gavazzoni, o prefeito de Balneário Camboriú, Edson Piriquito, e o diretor técnico da Celesc Distribuição, Cleverson Siewert, assinaram, na quinta-feira (5), o convênio para as obras de cabeamento subterrâneo da energia elétrica na Avenida Brasil, entre as ruas 1011 e 1500. “A rede subterrânea vai modernizar ainda mais Balneário Camboriú, que hoje possui o melhor índice de qualidade de vida de Santa Catarina e, junto de Florianópolis, é o nosso principal cartão de visita”, destaca o governador em exercício.
A previsão é que a obra custe em torno de R$ 7 milhões, com recursos do Governo do Estado. O processo de licitação deve estar pronto até março e ainda no primeiro semestre, a obra deve ser iniciada para conclusão no final deste ano. Para Gavazzoni, o cabeamento subterrâneo vai contribuir não só com a estética, mas com a segurança: “Esta é a primeira etapa da solução, que deve ser completa. Balneário merece, pois mostra ao Brasil e ao mundo o que é Santa Catarina”, disse o presidente da Celesc.
O prefeito Edson Piriquito, que está de férias, mas fez questão de participar da solenidade, disse que 2012 vai ser o ano de maiores realizações na cidade. “O trabalho em Camboriú será uma vitrine para a Celesc”, afirma o prefeito de Balneário Camboriú.

Vantagens
Além da questão estética, já que a região fica livre dos postes e fiações, o cabeamento subterrâneo traz mais segurança, pois elimina problemas causados à rede por vento, chuva e outras intempéries, além de acabar com o risco de abalroamento – uma causa importante de interrupção de energia.
Em Santa Catarina, a fiação subterrânea já foi implantada pela Celesc em localidades de Joinville, Florianópolis, Criciúma, Blumenau e Itajaí.
Estão em estudo o centro de Lages, Piratuba e outro trecho de Joinville.
Apesar dos benefícios, o cabeamento subterrâneo é mais caro que o aéreo, e não é implantado em larga escala pela Celesc porque o órgão regulador não reconhece esse tipo de investimento na tarifa – salvo casos excepcionais.

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