A prevenção e correção devem ser o foco, afirma Jorginho Mello
12/01/2012 - 09:31
oimagem/Divulgação/ORS
O deputado federal Jorginho Mello (PSDB) destaca a importância da prevenção no que diz respeito às catástrofes climáticas por que passa novamente o Brasil. “Todo o Poder Executivo e Legislativo, em suas esferas, cada cidadão, devem ter a consciência da prevenção. Preservar as matas, destinar adequadamente o lixo, incentivar a defesa civil municipal, a construção de cisternas para armazenamento da água, e principalmente, evitar ao máximo construções em áreas de risco, são algumas pequenas ações que dão grandes resultados”, afirma Jorginho Mello.
Como membro da Comissão Especial de Prevenção às Catástrofes da Câmara dos Deputados, Jorginho Mello endossou o relatório final que previu a criação de um Código de Proteção Civil. Esta comissão propôs ainda a criação de um fundo próprio, o relatório apresenta três proposições com o objetivo de prevenir os danos causados por desastres naturais. O documento volta a ser discutido no início de fevereiro com o retorno dos trabalhos legislativos.
O parlamentar elogiou também a iniciativa do Governo Federal que cria a Força Nacional de Apoio Técnico de Emergência. Um grupo interministerial que atuará na prevenção de desastres naturais e reconstrução de municípios atingidos. “Com esta ação cria-se um corpo técnico para atuar agora nas emergências, seja na seca do Sul ou nos alagamentos em Minas Gerais e mantêm-se este grupo para estudar a prevenção no Brasil como um todo”, ressalta Jorginho Mello. Conforme a análise do deputado, “O Brasil é um país imenso e com realidades climáticas muito diferentes, contornaremos esta situação com pessoas especializadas estudando cada realidade”.
O parlamentar destaca ainda a falta de seriedade na condução do tema e na destinação de recursos. “Precisamos evitar a verginha que ocorreu no Rio de Janeiro, por exemplo, em Nova Iguaçu, o prefeito inclusive foi cassado por desvio de recursos. Além da prevenção das chuvas, precisamos nos defender das catástrofes da falta de escrúpulos de alguns que lidam com os recursos públicos”, finalizou Jorginho Mello.